A importância de treinar com bons profissionais

Qualquer um pode dar um curso. Qualquer um pode assistir um curso no sábado e ministrar o mesmo no domingo, copiando o conteúdo aprendido no dia anterior. Qualquer recém-formado em artes cênicas, com um curta estudantil e uma cena gravada em curso pago no currículo, pode ministrar um curso de interpretação para a câmera, como vemos por aí. Qualquer um com um pouco de desenvoltura, ou seja, que “sabe falar bem”, pode sair dizendo que “treina atores”, que “inova no mercado”, que “foca no ator”. Porém, o mais importante a se levar em consideração é a experiência, a real capacidade de detectar pontos a serem trabalhados em cada caso, o que só se consegue após anos de experiência como ator, coach de atores, produtor de elenco e diretor.

Qualquer um pode se autodenominar coach de atores. Aliás, cuidado quando o “profissional” mal sabe escrever o nome do que faz: COACHING é o processo, COACH é o profissional.

O que é coaching de atores?

Imagine um esportista de nível olímpico. Ele não terminou os 3 ou 4 anos de educação física e agora só malha todos os dias para “fazer manutenção”. A performance dele deve ter precisão milimétrica, pois cada milissegundo pode lhe custar a medalha. Esse esportista trabalha a fundo com um profissional que o ajudará a ter o melhor desempenho possível, analisando e identificando desde o modo ótimo de pisar para saltar, o ângulo ótimo da braçada, a força ótima que o bíceps deve ter para o arremesso mais eficaz, etc. Não é um número escrito numa tabela, igual para todo o mundo. É um cálculo preciso e artesanal individualizado para cada esportista.

Um/uma coach de atores faz o mesmo. Ele ou ela trabalha com cada ator, a fim de deixá-lo o mais redondo possível para um papel ou para um teste, focando nas características e pontos a melhorar individualmente, de forma personalizada.

Um bom coach de atores precisa de muito mais do que um diploma em artes cênicas ou duas ou três experiências dirigindo uma peça. Além de vasta experiência atuando, dirigindo, pesquisando elenco e estudando sobre o assunto, um bom coach de atores deve ter a sensibilidade de identificar os pontos a melhorar em cada ator, sem aplicar “fórmulas”, conectando-se individualmente com cada caso, e sendo capaz de fornecer indicações e criar caminhos para que o ator chegue a uma performance íntegra. Não é tarefa fácil.

Existem três tipos de cursos de câmera sendo oferecidos no mercado atualmente:

1) Cursos dados por diretores de novelas  

Estes cursos ou workshops têm como finalidade fazer com que o aluno aprenda com a experiência do dia-a-dia que tem cada diretor, levando sempre em conta, na hora de fazer o curso, que esse diretor já trabalhou durante muitos anos na televisão.

Possível desvantagem: não necessariamente será um bom diretor de atores ou poderá te ajudar pessoalmente a detectar o que é que está impedindo a sua atuação de ser brilhante.

Possível vantagem: poderá te auxiliar em todas as questões técnicas sobre posicionamento diante da câmera, sobre planos, sobre intensidade do olhar, e sobre a direção dele. Fazer esse curso pode ser muito vantajoso, afinal é um contato excelente com um diretor de novelas. Porém, recomendamos fazer esse curso depois que já se trabalhou com um coach ou preparador de atores, porque assim, o diretor verá que você é um bom ator, e assim, poderá te considerar para próximas oportunidades.

Caso você chegue na frente desse diretor despreparado, cru ou destreinado, você causará uma má impressão. Como ele verá que você não tem técnica, ele poderá dar algumas orientações. Porém, como não é coach de atores, mas sim diretor de novela, não poderá te treinar para te dar os elementos para que a cena que ele esteja trabalhando e principalmente cenas futuras sejam boas.

PERGUNTA MAIS FREQUENTE: Vale a pena fazer um workshop / curso com um diretor de novela?

Sim, com certeza, desde que você não esteja “cru” ou destreinado. Um workshop com um diretor de novela é uma oportunidade de estar frente a frente com uma das pessoas que toma decisões sobre quem será o elenco de diversas produções. Os workshops com diretores de novela não são destinados a treinar como ator, mas a aprender alguns elementos técnicos e a ser dirigido por um profissional. Por isso, a primeira impressão é a que fica. Se você for um ator treinado, de nível avançado, que domina uma separata de roteiro com confiança e desenvoltura, causará uma boa impressão, e o investimento terá sido válido. Se chegar despreparado, destreinado, ou mesmo inseguro e nervoso, isso refletirá em um exercício ruim, e você causará má impressão. E como diz a frase feita, a primeira impressão é a que fica. Pense bem antes de fazer um investimento em um workshop com um diretor de TV. O mais indicado é se preparar antes, e investir em treinamento com um/ uma coach, para, quando tiver a oportunidade de fazer um workshop com um diretor (ou principalmente um teste!), chegar preparado.

2) Cursos dados por coaches e preparadores de atores

Esses cursos visam o treinamento pessoal, personalizado e profundo de cada ator. Um bom coach identifica quais são os seus problemas e as suas necessidades. Não é um curso geral. Não é um curso que serve para todo o mundo da mesma forma. Um coach de atores pode te orientar, e pode dar a você todas as ferramentas para que você melhore o seu processo interno, o seu trabalho de ator. Um coach de atores te prepara para testes, para papéis, e até para cursos com diretores.

3) Cursos dados por amadores que querem ganhar algum dinheiro

Estes são os cursos perigosos, porque os atores, sem investigar a fundo quem é a pessoa, podem estar caindo nas mãos de recém formados sem experiência concreta nem em interpretação para a câmera como atores, e nem do outro lado da câmera (sem experiência como produtores de elenco, como diretores, etc). Muitas destas pessoas têm a vaidade e a pretensão de dizer o que é “certo”, o que é “errado”, aplicam “técnicas” que só podem ter vistas em filmes fictícios sobre o mundo da TV ou da moda (quando o “diretor” fica falando “agora você está bravo! Agora você está sedutor! Agora você está misterioso!”), que sabemos nada tem a ver com a verdadeira interpretação para a câmera, e que não te ajudam em absoluto a entregar um bom resultado, seja num teste, seja num papel que você já garantiu.

Portanto, recomendamos pesquisar a fundo quem é o profissional que está ministrando o curso. Como disse Paul Neal “Red” Adair (1915 – 2004), especialista em controle de incêndios, “Se você acha caro contratar um profissional, confira os custos depois de contratar um amador”…

Se você quer saber do que se trata, marque uma sessão!
O coaching é recomendado para atores de teatro que queiram fazer a transição para a câmera, atores profissionais que queiram se preparar para um papel ou para um teste, atores que pretendem prestar para entrar em escolas que têm testes de admissão, e atores sem treinamento formal, que querem aprender o ofício a partir de seus instintos e técnica, de forma personalizada.Também em inglês para atores que pretendem fazer cursos e trabalhar profissionalmente no exterior, ou se preparar para oportunidades em inglês no Brasil.

 

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Treino + Tempo = Talento (cientificamente!)

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A ciência por trás da brilhante interpretação

 Prática + Tempo = Mielina = Talento

Mas o que diabos é mielina?

Mielina é uma camada densa de proteína e gordura que envolve as fibras nervosas no seu sistema nervoso central. A mielina funciona da mesma forma que um isolante de borracha funciona num fio elétrico. Ela mantém o sinal forte, evitando que os impulsos elétricos vazem ou se dissipem. Ela permite que esses impulsos se transmitam rápida e eficientemente por todo o seu sistema nervoso.

Quanto mais mielinação você tiver, mais talentoso você vai ser naquela habilidade (qualquer uma: idiomas, esportes, instrumentos musicais, artesanato, dirigir um carro, e até, olhe só, SER ATOR). Quanto mais você praticar no seu ofício, mais grossa e forte a mielinação fica no seu cérebro.

Atletas e artistas talentosos, e talentos de todos os tipos, têm uma coisa em comum, uma mielinação grossa e forte devido a horas e horas de prática consistente. Eles acabam, depois do treinamento, com um “fio elétrico” super isolado – muita “banda larga”.

Quanto mais você pratica uma habilidade específica, mais rápido o seu cérebro otimiza o circuito para completar essa habilidade. Cada vez que você pratica a técnica para câmera, microfone ou palco, sua mielinação se fortalece e constrói um pouco mais de isolamento ao longo da sua “fiação” (seu sistema nervoso), o que adiciona um pouco mais de “alcance e potência de banda larga” e mais precisão ao seu circuito. O que se traduz em uma quantidade infinitesimal de mais habilidade e velocidade.

George Bartzokis, professor de neurologia na U.C.L. (University College London) fala de uma forma mais clara: “A mielina é tanto treino como domínio, causa e efeito. A espessura da mielina é a nossa força de Aquiles, é o nosso calcanhar de Aquiles, é o que nos faz humanos.”

Atores que treinam constantemente também espessam substancialmente a mielinação e ficam mais talentosos nessa área de seu ofício. Mas não é realmente talento, é um espessamento da mielina no seu cérebro e no sistema nervoso central, devido a horas de prática que permitem que seus impulsos nervosos viagem mais rápido.

“Ah, mas e gente como Mozart?” – você se perguntará – “Mozart era um gênio que nunca precisou praticar”. Mozart já tinha estudado umas 3.500 horas de música com seu pai treinador quando chegou aos 6 anos de idade. Anthony Hopkins lê cada texto do papel que ele vai representar umas 200 vezes, e se nós multiplicarmos isso pelo número de papéis que ele já representou, vamos obter muitíssimas horas. Todos já ouvimos as conhecidas e amplamente documentadas histórias de Michael Jordan e Tiger Woods e suas horas sobre horas de prática deliberada e constante. Ted Williams, considerado um dos jogadores de baseball mais talentosos, com um dos movimentos mais puros, passou horas em um nível quase fanático de prática e aperfeiçoamento do seu movimento na frente de um espelho.

Então sim, prática, prática e prática é o que vai nos levar ao Hall do Prestígio. Agora sabemos que podemos atribuir o talento à mielina espessada que faz uma habilidade ficar mais fácil, o que não seria possível sem horas repetitivas de prática específica.

Então, como se faz o melhor ator do mundo?

Prática Deliberada + Tempo = Mielina Mais Espessa = Talento

– texto original de Douglas Taurel, com edição e adaptação de Cristina Lark

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Lembre-se: treinar é tudo.

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Qual o conselho secreto de um ganhador de 2 Emmys, 1 Golden Globe, 1 Tony, e outros 9 prêmios importantes de Hollywood?

Você o deve conhecer como Walter White, chefão do narcotráfico e criador do melhor cristal do mundo. Por trás dele está Brian Cranston, o talentoso, trabalhador e premiado ator protagonista de Breaking Bad. Cranston deu uma excelente entrevista em que aconselha atores a não tratarem um teste como uma entrevista de emprego. Você não está lá para conseguir um trabalho, você está lá para fazer seu trabalho. E quando essa perspectiva muda, quando você passa a tratar um teste como uma apresentação, seu trabalho também se transforma. Vale a pena ler até o final e conferir a dica de quem rala, e colhe os resultados:

“Brian Cranston:
Não desenvolva uma ideia de merecimento, de que o mundo te deve alguma coisa, de que esse mercado te deve alguma coisa. Ninguém te deve nada. Todo trabalho que você ganha, você tem que trabalhar para isso, e você tem que estudar para isso, e você tem que estar aberto a isso. E se tiver que acontecer, vai acontecer, se não, não vai. E isso meio que te alivia a pressão que você tem sobre si mesmo. Eu não foco em coisas que eu simplesmente não posso controlar, eu nem penso nelas. Eu tive essa epifania quando eu tinha 30 anos, eu estava trabalhando como ator há 6. Eu cheguei ao ponto de permitir que influencias externas “ajustassem” quem eu era ou o que eu tinha que fazer. Eu realmente pensava, e esse foi meu principal erro, e é meu principal conselho para qualquer jovem ator: quando você vai fazer um teste, você não está indo tentar pegar um trabalho. Se você associar um teste com tentar conseguir um trabalho, com uma entrevista de emprego, você vai invariavelmente ir mal. Se você conseguir entender pelo isso, isso pode salvar sua carreira. Isso pode salvar sua sanidade!

Entrevistador:
Então para quê você está lá no teste?

Brian Cranston:
Você está no teste para FAZER o seu trabalho, que é criar um personagem convincente e interessante, e apresentá-lo. É isso o que um ator faz.

Entrevistador:
Então você já está trabalhando no momento do teste?

Brian Cranston:
Claro, esse é seu trabalho! Nós atores trabalhamos o tempo todo. Nós criamos, e apresentamos, e fazemos testes. Isso é ser ator, isso é trabalho, é o nosso trabalho. E nós estamos apresentando constantemente. E nós temos que assimilar e cultivar isso. Isso é o que nós amamos fazer. Então a partir desse ponto eu nunca mais pensei “ah, que chato, um teste”, eu pensava “que ótimo, um teste, eu vou poder atuar!” E o meu trabalho é me apresentar. E o que isso faz também é mudar o seu ponto de vista: você está indo lá para DAR algo a alguém, não para tentar PEGAR algo de alguém. É uma grande diferença. Então a energia que você tem ao dar um presente, ou dar de si, oferecer seu tempo, é muito mais segura e autoconfiante do que se eu estivesse querendo conseguir algo de você: “posso fazer mais alguma coisa? Vocês querem mais alguma coisa, alguma coisa que faça vocês me darem o trabalho?” Esse é o tipo de energia que ninguém quer ver. O que eles querem ver é confiança e a habilidade de apresentar algo, e aí você vai embora. E é muito mais fácil e divertido, e eu não tenho mais um sentido de competição. Se eu vou lá, me apresento, e outra pessoa pega o papel, eu fico feliz pela pessoa.”

E em outra entrevista, de maneira mais resumida:

“Saiba qual é seu trabalho. Há 18 anos atrás eu fui para um teste, e percebi que eu estava indo para um teste tentando conseguir trabalho. E isso simplesmente não era o que eu estava fazendo, isso não era o que eu tinha que estar fazendo. O trabalho de um ator é criar um personagem convincente e interessante, que serve ao texto, e apresentá-lo no ambiente onde faz o teste. E então você vai embora. É isso. Qualquer outra coisa está além do seu controle. Então nem pense nisso, nem foque nisso. Você não está indo lá para conseguir um trabalho, você está indo lá para apresentar o que você faz. Você atua. E está lá, e você vai embora. Existe poder nisso, existe autoconfiança nisso. E isso também diz “é o máximo que eu posso fazer”. A decisão de “quem será que vai pegar o papel” está tão fora do seu controle, que quando você pára para analisar, realmente não faz sentido ficar se apegando a isso. Isso para mim foi uma descoberta. E uma vez que eu comecei a adaptar essa filosofia, eu nunca voltei atrás, e nunca estive tão ocupado na minha vida.” – Brian Cranston, ator

Para quem entende inglês, aí vai o original:

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BOA NOTÍCIA!! Testes não dependem só de sorte!!

A natureza não deu dons de ir bem em testes no DNA de alguns atores e não no de outros. Fazer testes, assim como atuar, não é só uma arte, é um ofício. Um ofício que pode ser aprendido, praticado e aperfeiçoado. Não há mistério. Existem técnicas para melhorar seu desempenho em testes. E você tem que praticar, praticar e praticar. Bailarinos fazem barra todos os dias, fazem aquecimento e dançam por horas. Pianistas começam com escalas, seguidas de horas e horas de prática, sozinhos numa sala até que os dedos comecem a doer. E mesmo assim, alguns atores wannabe acham que o aquecimento necessário para fazer um teste consiste em beber café e ler o jornal. Segundo Daniel Levitin, autor de “Este é o seu cérebro”, para dominar um instrumento, um músico tem que praticar por 10.000 horas. Ele usa o exemplo de Mozart, a criança prodígio. O pai de Mozart era um compositor ambicioso, que fazia o filho tocar desde muito pequeno. Se Mozart começou a tocar por 32 horas semanais desde os 2 anos de idade, então ele cumpriu as 10.000 horas quando chegou aos 8. Aí está a desconstrução do mito de que os deuses deram dons especiais a certos gênios. Ele teve que trabalhar para isso. É de vital importância para o ator, assim como para o bailarino, o músico, ou qualquer outro artista, aprimorar continuamente sua habilidade. Isso significa praticar sozinho por horas, mas também significa procurar orientação, treinamento, um comprometimento em aprender novas técnicas, etc. Qual é o equivalente a escalas ou o trabalho de barra para um ator? Existem exercícios que um ator pode fazer diariamente para aprimorar suas habilidades.

Porém, não existe nenhuma fórmula para o sucesso, e desconfie de quem te oferecer uma. Para cada “regra” existe uma exceção. Por exemplo, a recomendação geral é que um ator deva se preparar exaustivamente para um teste. Porém, vai haver vezes em que outro ator, que apenas leu o texto, vai pegar o papel. O showbiz não é um negócio justo.

O “segredo” é que não existe nenhum segredo. Para ser bom, você precisa trabalhar duro e nunca parar de estudar o seu ofício. Ir a testes significa ir a uma batalha em uma arena ultracompetitiva. Não é para os fracos. É, na verdade, para os insanos terminais. Mas se você decidiu que é maluco o suficiente para se juntar à parada, então seja bem vindo.

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Fazer um teste não é prestar vestibular.

Que ator não tem aquela preocupação de “passar no teste”, de “ir bem no teste”? Nada mais natural. Porém, a cultura do “os melhores serão aprovados” não cabe em um ambiente de teste para TV ou cinema. Por quê? Porque existem muitas coisas em jogo, que fogem totalmente do nosso alcance. Um dos exemplos é a “composição”. Os produtores de elenco têm que montar famílias, pares românticos, relações chefes – empregados, e muitas outras. Não é incomum uma pessoa ter dado a melhor leitura de um papel, e não ser chamada, pois tem, por exemplo (e este é spo um dos inúmeros exemplos), um look de muito mais velha (ou mais nova) do que o ator ou atriz que está no contrato para ser o par romântico. O que fazer, neste caso? NADA. Simplesmente não foi desta vez. A única coisa que um ator pode fazer, sempre, é SE PREPARAR e dar o melhor de si, e tratar cada teste como uma mini apresentação. Afinal, testes fazem parte do trabalho do ator, e ao contrário de um vestibular, acontecem várias vezes ao ano. Um bom teste pode não te dar o papel desta vez, mas com toda a certeza vai causar uma boa impressão no pesquisador de elenco e no diretor, e também não é incomum que um ator seja convidado a fazer outro papel, em uma produção futura, por causa de um bom teste. Ou seja, não se preocupe em “passar no teste”, invista, constantemente (não de última hora), em estar bem preparado!

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